Protótipo da Marx (idos de 2013)

“David Lynch teria feito" IPA

nossa primeira garagem, na rua Sales Guerra...

primeiros rótulos

"Einstein ou Raulzito?": uma de nossas primeiras IPAs

sobre a titobier

Quem é do ramo, sabe.
A fermentação é uma viagem.

A fermentação é transformação de verdade. Na tentativa de controlar a anarquia biológica de fungos e bactérias, a humanidade chegou ao pão, ao queijo, ao picles, ao vinho e, sim, à cerveja. A Titobier nasceu de maneira semelhante, meio espontaneamente, as coisas fugindo um pouco do script para dar origem a uma outra história. Curiosos em tempo integral, o fotógrafo Claus Lehman e o designer Vini Marson viram na garagem de uma amiga na Lapa (perto da rua Tito) o lugar perfeito para cultivar uma idéia que já vinha embolorando na cabeça deles entre um trabalho e outro para o cada vez mais instável mercado editorial. "Por que não dedicar mais tempo à cerveja feita por prazer para distribuir aos amigos?". Não é isso o trabalho? De lá para cá as garagens mudaram assim como as receitas e a cerveja extrapolou a roda de amigos, mas a vontade de fazer uma cerveja de que gostassem de verdade permaneceram os mesmos. Em 2015 aconteceria o primeiro salto das panelas pequenas e da produção feita com os próprios braços para as grandes levas, com cerca de 2 mil litros. Hoje, produzindo seus rótulos nas instalações da Dádiva, em Várzea Paulista, no interior de São Paulo. Com a fermentação, a história é assim - uma transformação leva a outra e o negócio não para de borbulhar.

o velho caderno vermelho: nossa caixa preta/ diário de bordo

nossa segunda garagem, na rua Girassol

Como nossas cervejas chegavam nos churrascos dos amigos (e amigos de amigos)...

Métodos avançados de carbonatação